Boas Vindas

Querido (a) visitante,

Bem vindo (a) ao blog SEARA do BRASIL. Nosso desejo é que você seja, através dele, edificado (a) e desafiado (a) a se envolver cada vez mais com Missões, primeiramente através de sua igreja local e depois com outros projetos missionários fora do seu contexto domiciliar. Aqui você terá informações sobre a obra missionária Nordestina, desenvolvida pela Missão SEARA, bem como artigos para sua edificação, e ainda um devocional diário. Entre, leia, e depois deixe o seu comentário, sobre o assunto que ler. Mas ao sair, ore a Deus pelo nosso trabalho.

Se você deseja participar deste ministério, entre em contatos conosco através do endereço exposto neste blog. Que a graça do Senhor Jesus seja contigo e com sua família!

Fraternalmente em Cristo,

Missão SEARA

“Não é tolo aquele que dá o que não pode guardar, para ganhar o que não pode perder.” – Jim Elliot

terça-feira, 27 de junho de 2017

DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO: BÊNÇÃO DADA NA CONVERSÃO

Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna (Tt 3.4-7).
O contexto evangélico brasileiro é caracterizado muitas vezes por uma teologia intuitiva, em que as pessoas, via de regra bem intencionadas, inventam conceitos equivocados que acreditam ter respaldo bíblico. Isso acontece especialmente quando os crentes formulam certas conclusões doutrinárias sem a prévia construção de uma base exegética sólida. A coisa fica pior quando essas conclusões são amparadas por crenças cristãs populares que, com o tempo, se tornaram dogmas tão enraizados na cabeça do povo que questioná-las pode colocar o nome de alguém na lista dos maiores inimigos de Deus já vistos na história humana.
Esse é o caso da crença no batismo do Espírito Santo como uma segunda bênção que o crente deve buscar ardentemente após sua conversão e que deve vir obrigatoriamente acompanhado do pronunciamento de “línguas estranhas”. Muitos evangélicos acreditam nisso com todas as suas forças e defendem essas ideias como se fossem a essência do evangelho e o cerne de toda a doutrina proclamada pela igreja. Para muitos, o tal “batismo” constitui o alvo supremo da vida cristã e a razão central de suas orações, louvores, cultos e jejuns.
Nada mais longe da verdade! Em primeiro lugar, considere-se o modo como a Bíblia aborda o dom de línguas. O NT fala tão pouco sobre esse dom que chega a criar a impressão de que as igrejas da época não davam importância alguma a esse assunto. De fato, em toda sua produção epistolar, Paulo se refere às línguas somente em 1Coríntios e isso para corrigir alguns desvios. Nessa mesma epístola ele deixa claro que o dom de línguas era o menos relevante de todos (14.19) e o coloca por último nas listas de dons expostos em 12.8-10,28. Na sua segunda epístola dirigida àquela mesma igreja, Paulo sequer alude ao tema.
Também em Romanos e Efésios, onde o apóstolo faz outras listas de dons espirituais, línguas sequer aparecem. Pedro, João, Tiago, o autor de Hebreus e Judas não dizem nada sobre as línguas, fortalecendo a verdade de que toda a ênfase que os evangélicos dão a esse assunto é coisa da igreja atual sempre disposta a valorizar o que é secundário e a desprezar o que é essencial: a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 23.23). De fato, assim como os católicos dão centralidade à eucaristia (outro tema tratado muito pouco no NT), muitos evangélicos de hoje parecem dar centralidade às línguas, sem levar em conta que nem Jesus, nem apóstolo algum, jamais atribuiu grande relevância a essa prática.
Em segundo lugar, é preciso destacar que a leitura do registro de Atos acerca das quatro ocasiões em que o Espírito Santo foi derramado com evidência de línguas (sobre os judeus, sobre os samaritanos, sobre os gentios e sobre os discípulos de João, seguindo a sequência de Atos 1.8), em nenhuma delas as pessoas envolvidas receberam o Espírito depois de tê-lo buscado ardentemente após a conversão.
Em Atos 2, os cristãos judeus aguardavam (não buscavam) em oração o cumprimento da promessa da vinda do Espírito sem ter a menor ideia de como isso aconteceria. Em Atos 8 o Espírito foi derramado sobre os convertidos de Samaria tão logo os apóstolos ali chegaram, sem que ninguém dentre os novos crentes clamasse, jejuasse, buscasse e orasse pedindo isso. Aliás, Atos 8 sequer afirma de maneira expressa que os samaritanos falaram em línguas naquela ocasião. Em Atos 10, todos os gentios reunidos na casa de Cornélio receberam o Espírito Santo enquanto ainda ouviam a pregação de Pedro, sem que tivessem a menor noção prévia do que seria aquilo. Em Atos 19, os discípulos de João também receberam o Espírito tão logo ouviram e aceitaram a mensagem completa do evangelho. Que isso acontecia assim que a pessoa cria, sem nenhuma necessidade de busca, fica evidente pela pergunta de Paulo dirigida àqueles discípulos de João: “Recebestes, porventura, o Espírito Santo quando crestes?” (At 19.2).
Nada, portanto, corrobora a ideia de que o batismo com o Espírito Santo acompanhado de línguas deve ser buscado ardentemente pelo cristão como uma segunda bênção. Na Bíblia esse ensino não existe. Na verdade, em Gálatas 3.2, Paulo até censura a ideia de que alguém possa receber o Espírito Santo por meio do esforço próprio.
Finalmente, deve-se esclarecer que o batismo com o Espírito Santo não é uma segunda bênção dada após a conversão. Em vez disso, é uma bênção “primária” concedida no momento da conversão, sem necessidade alguma de ser acompanhado de línguas “estranhas”. Em 1Coríntios 12.13 Paulo diz que “em um só Espírito todos nós fomos batizados em um corpo”. Isso significa que o batismo do Espírito Santo é a inserção do crente no corpo de Cristo, isto é, a igreja. Ora, isso acontece quando a pessoa crê no Salvador. Nesse momento, a pessoa é inserida na comunidade dos salvos, sendo este o "batismo do Espírito". Associado a esse batismo está também o derramamento do Espírito sobre a pessoa que crê. Esse derramamento, conforme se depreende do trecho da Carta a Tito transcrito acima, advém “ricamente” ao indivíduo para que ele seja salvo, experimentando “o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”, tudo isso a fim de que “justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna”. Afinal de contas, conforme Paulo realça, “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8.9).
Fica, assim, evidente que o batismo/derramamento do Espírito Santo é concedido à pessoa quando ela se converte, não havendo necessidade alguma de ser buscado intensamente pelo crente, como ensinam por aí. Na verdade, segundo o claro ensino da Palavra de Deus, o que o crente deve buscar intensamente agora é a plenitude do Espírito, ou seja, o controle completo do Espírito Santo sobre a sua vida, promovendo louvor, gratidão, humildade, santa comunhão e frutos de justiça (Gl 5.22; Ef 5.18-21).
Non nobis, Domine

Pr. Marcos Granconato

sábado, 17 de junho de 2017

PÉS FORMOSOS

Leia: Romanos 10:14-18
Meditação: "E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? v.14 "
Recentemente, reencontrei a pessoa que me falou sobre Jesus há 35 anos. Warren Wiersbe, ex-pastor da igreja Moody, em Chicago, EUA, e professor de estudo bíblico. Numa conferência bíblica em 1972, ouvi pela primeira vez, as boas-novas do amor de Deus demonstrado por mim na morte de Cristo na cruz. Naquela noite, o Espírito Santo abriu os meus olhos e o coração, e aceitei Jesus Cristo como meu Salvador (João 1:12).
Louvamos a Deus por pessoas como Wiersbe, que pregam fielmente o evangelho e apresentam Cristo como Salvador aos outros, tornando-se pais espirituais de tantos. O apóstolo Paulo cita as palavras de |Isaías ao referir-se a elas: “…formosos são os pés dos que anunciam coisas boas” (Romanos 10:15). Paulo que foi conselheiro de Timóteo e o considerou “verdadeiro filho na fé” (1 Timóteo 1:2), chamando-o também de “meu amado filho” (2 Timóteo 1:2).
Porém, espalhar o evangelho não é apenas responsabilidade dos professores, pastores e missionários. Todos os que já conhecem Jesus podem compartilhar suas experiências individualmente com os amigos, colegas de trabalho, membros da família e pessoas estranhas. É nosso privilégio e nossa missão fazer isso onde estivermos, pois como as pessoas “…crerão naquele de quem não ouviram falar?” (v.14).
Que os nossos pés sejam formosos, levando as boas-novas de Jesus aos outros.

PENSAMENTO: Como são belos os pés daqueles que anunciam boas-novas! —Isaías 52:7
LEITURA DA BÍBLIA EM UM ANO: Neemias 7-9; Atos 3
Autora: Anne Cetas
Fonte: Pão Diário

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O CICLISTA CHORÃO

Em minha adolescência eu ia praticamente todos os dias de bicicleta para a escola. O caminho de ida era muito tranquilo e rápido. Saía de casa cedinho e logo vinha uma longa descida. Que delícia... Na baixada, a rua passava sobre um córrego, e eu sempre passava o maior frio. Era difícil de imaginar, que em poucas horas, na volta pra casa, seria torturado por uma temperatura de uns 30 graus e uma longa subida.
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Isto me fez lembrar de algo que meu pai me contou sobre um ciclista. Toda vez que ele pedalava morro acima, cantava, cheio de alegria, porque sabia que depois que chegasse ao topo do morro viria uma longa descida. Só que assim que começava a descer o morro ele chorava, triste porque em breve começaria uma nova subida.
Em nossa vida temos também as nossas subidas e descidas, momentos de sofrimento e momentos de alegria. Muitos crentes se sentem frustrados ao enfrentar uma subida, simplesmente porque não contavam com ela. É muito comum hoje, no Brasil, pastores pregarem que o crente sempre prospera e sempre tem uma vida vitoriosa. Quando então chega uma situação de crise, a pessoa começa a questionar a sua fé, em vez de se dar conta de que isto faz parte da vida de cada pessoa, até mesmo do crente.
O apóstolo Paulo nos diz que aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação e no contexto ele estava se referindo a viver com poucos e com muitos recursos financeiros. Mas isto se aplica também a outras áreas da nossa vida.
Precisamos aprender a viver contentes tanto ao subir como ao descer o morro. Não precisamos chorar na descida, ao pensarmos nas dificuldades que surgirão. Sabemos que Jesus sempre estará ao nosso lado, compartilhando o nosso jugo.
Ao enfrentarmos as subidas na vida, podemos olhar com expectativa para o futuro, sabendo que dias de refrigério virão. Depois da tempestade vem a calmaria.
Se você neste momento está passando por grandes dificuldades, lembre-se que dias melhores virão, dias em que a sua alma poderá se alegrar de novo com as circunstâncias em sua vida.
Se você estiver passando por uma situação de grande vitória e felicidade, esteja ciente de que, como a Bíblia diz em Atos 14:22, é necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus. Mas você não precisa perder a sua alegria só porque sabe que tribulações virão. Jesus disse: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.”
Qualquer que seja a situação em sua vida, sabendo que dias ruins virão ou sabendo que dias melhores virão, lembre-se que se você é um filho de Deus, por Jesus Cristo, e que haverá um dia de vitória final, a partir do qual nos regozijaremos para sempre diante da gloriosa presença do Senhor, em plenitude de alegria. Lá sim não haverá mais subida!

Fonte: BBNRádio

terça-feira, 30 de maio de 2017

FESTA JUNINA - UM CRENTE EM JESUS DEVE PARTICIPAR?

Meditemos: pode o cristão evangélico participar das comemorações alusivas à festa junina? Bem, creio que uma pessoa cristã evangélica não deve participar das chamadas festas juninas ou “festa dos santos populares”.
Este último nome exprime tudo. A partir do ensino das Escrituras Sagradas os crentes em Jesus não celebram, homenageiam, louvam, cultuam, exaltam ou adoram seus conservos (Cl 4.7), mas unicamente a Deus. Nem mesmo anjos merecem esse tipo de veneração (Ap 19.10; Ap 22.9). Esta comemoração é cristã romana e não envolve o movimento evangélico. É celebrada por católicos romanos e não por crentes em Jesus. É cultura? Sim, porém, romanizada, paganizada. A mistura, o sincretismo religioso, é perigoso e danoso.
Comemorada em muitas partes do mundo, tal festa aparentemente pagã foi cristianizada na Idade Média aplicada a São João, por isso, Festa de São João (festejado em 24/06). O conceito cristão romano incorporou ainda São Pedro, São Paulo (ambos celebrados em 29/06, festa litúrgica também chamada “Solenidade dos Santos Pedro e Paulo”) e Santo Antônio (comemorado em 13/06).
A veneração de santos é parte fundamental da teologia católica romana. Crentes no Senhor Jesus não veneram ou preiteiam santos. Fogem da idolatria disfarçada de homenagem. Seguem os mandamentos de Deus em Ex 20.3-5: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”.
A festa junina remete a teologia romana dos santos. Os cristãos evangélicos enaltecem Cristo como o único mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Como ensinou o Mestre em Lc 4.8, “está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto”.
O próprio homenageado nas festas juninas, o conservo Paulo, ao abordar a mistura entre os cristãos de Corinto e as festas pagãs celebradas a outros ídolos, ensinou: “Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (1 Co 10.19-22).
Pense! O secularismo tem sido o responsável pela minimização da não-participação de evangélicos nesse “lazer” e/ou pelos chamados “arraiais gospel”. Se é lazer, é desdourado pela teologia romana. Se é “estratégia” não é coerente com o ensino bíblico.
No ambiente familiar os pais devem orientar os filhos sobre o significado desta Festa. Como crentes, devemos ensinar e não permitir a participação ou participarmos desta festa cultural romana. É verdade que as festas juninas pós-modernas não enfatizam tanto a veneração aos santos como antes, todavia, não é mentira que a festa é destinada a venerá-los. Os cristãos evangélicos devem fugir destes festejos!
E uma festa caipira? Bom, realizar esta festa nesse tempo criará uma associação com a festa romana. Cristãos verdadeiros precisam ser associados aos valores bíblicos eternos e não a festas romanas universais. O ideal é que a festa caipira, como uma festa temática, aconteça em outros meses do ano. Essa é uma posição moderada, prudente.
Fogueiras, pipoca, pé-de-moleque, danças, bolos de fubá, quebra-queixo, canções, canjicão e outros símbolos foram incorporados a festa romana, mas, em si, não são vedados. São resultado da obra criativa de Deus em nós. Devem ser recebidos com ações de graças (1 Tm 4.3-4). O único cuidado necessário é recebê-los fora do ambiente das festas juninas.

Ângelo Vieira da Silva – ultimato online

sexta-feira, 19 de maio de 2017

SETE COISAS QUE JESUS NUNCA DISSE

"Mas alguns cristãos evangélicos acreditam

Muitas vezes, nós distorcemos as palavras de Jesus para que se ajustem aos nossos próprios pontos de vista teológicos ou preferências pessoais. Mas este é um jogo perigoso, que pode nos conduzir a uma falsa doutrina e pode nos distanciar bastante de Deus. Precisamos nos lembrar exatamente do que Jesus disse, em conformidade com o que está registrado na Bíblia.
O site cristão I’m so blessed today nos dá Sete exemplos de coisas que Jesus NUNCA disse:
1. “Sigam-me e Eu vou lhes trazer fama e fortuna.”
Jesus nunca prometeu fama ou fortuna, mas estas também não são coisas que não podem ser usadas para a Sua glória. Se o seu raciocínio para buscar um relacionamento com Deus é focado em bens materiais, talvez deva avaliar qual deus você está realmente ansiando encontrar.
2. “Tudo irá acontecer de acordo com seus planos.”
Muitos de nós oramos a Deus pensando que tudo o que pedirmos a Ele será respondido no nosso tempo. A realidade é que nem todas as orações serão respondidas, mas que Jesus tem o poder de atender a qualquer oração direcionada a Ele. Ele é GRANDE! Só porque uma oração não é respondida imediatamente não significa que sua oração foi ignorada. Deus ouve tudo, sabe tudo e sabe o que é melhor para cada um de nós. Dê um passo para trás e confie em Deus, em Seu tempo e em Sua vontade.
3. “Eu te abençoarei se você me buscar o suficiente.”
A benção da oração está na própria oração.  A comunicação e o diálogo entre nosso Pai Celestial e nós é mais gratificante do que qualquer outra coisas que possamos pedir. Jesus não é um gênio da lâmpada, e se suas orações parecem mais com meros pedidos do que uma conversa sincera, você pode querer repensar em como o fundamento da sua fé está sendo construído.
4. “Sua vida seguirá sem muitos empecilhos.”
Muitas pessoas pensam que só porque crêem em Jesus significa que tudo será impecável e perfeito. Esse realmente não é o caso. Você pode ter um relacionamento com Jesus, mas isso não significa que a vida vai deixar de seguir em frente, que as circunstâncias difíceis vão deixar de existir, e que tempos tortuosos nunca serão uma possibilidade. Mesmo que Jesus nunca tenha dito que a vida seria fácil, Ele disse que estaria com você em seus momentos de necessidade. A mensagem do Evangelho não é sobre uma vida perfeita, mas que teríamos um Salvador perfeito e sem falhas, em meio a nossa imperfeição.
5. “Eu responderei as orações no seu tempo.”
Embora Deus seja fiel em responder as orações, não podemos criar a expectativa que todas as nossas orações no nosso tempo. Fé é confiar em Deus mesmo quando algumas coisas não fazem o menor sentido, e isso inclui orações onde podemos sentir que não obtivemos uma resposta ou que vieram “fora de tempo”. Fé é confiar no tempo de Deus, não no nosso.
6. “Você está longe demais para ser salva.”
Ninguém viajou longe o bastante para não poder ter um relacionamento com Deus. Não importa para onde a vida lhe levou, você sempre tem a oportunidade de olhar ao seu lado e ver os braços abertos de Jesus. O perdão e amor que Ele oferece não é algo de que você possa fugir, nem demasiadamente sujo para aceitá-lo.
7. “Você merece ter coisas boas.”
Jesus nunca disse que você merece uma casa enorme, um bom carro, um grande salário ou um bom emprego. Na verdade, tudo no Evangelho nos leva a simplicidade, em detrimento de uma vida de luxo. Isso não quer dizer que você não está autorizado a ter coisas agradáveis, mas que Jesus não prometeu que essas coisas seriam dadas a você. O plano de Deus para cada um de nós é diferente, e precisamos entender que nem todos terão a mesma quantidade de dinheiro, dirigirão os mesmos tipos de carro ou ainda viverão em grandes e luxuosas mansões.

Fonte: Hello Christian, Traduzido por Bruno Bonete - www.cacp.org.br 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A INTENÇÃO DELE É TÃO BOA...!


... o abençoarei...!


Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (Gênesis 12.2).
“Abraão! Arrume suas malas! Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei...”
Sem qualquer dúvida, esse fiel homem de Deus obedeceu a ordem de partir recebida de seu Senhor. Foi o início de uma aventura! A terra que Deus havia prometido era habitada pelos cananeus. Ali Abraão colocou um sinal da presença do seu Deus: ele construiu um altar e invocou o Nome do Senhor!
No entanto, Abraão seguiu cada vez mais em direção ao sul! É o que lemos em Gênesis 12.9. Dessa vez, porém, não houve ordem de partida dada por Deus! Infelizmente! Com o surgimento de uma crise de fome no país, parecia algo lógico agir de acordo com as circunstâncias. Por isso, foi rumo ao sul, em direção ao Egito! Era hora de evitar as dores do estômago!
Ali, no entanto, Abraão se envolveu em dificuldades inesperadas por temer por sua vida. Ele temia que a sua bela Sara pudesse atrair a atenção do Faraó, e então a próxima decisão dele seria fazer com que Abraão simplesmente “desaparecesse”! Então Abraão abriu sua caixinha de estratégias e aconselhou a sua Sara: “Diga que é minha irmã, para que me tratem bem por amor a você e minha vida seja poupada por sua causa” (Gênesis 12.13).
Chegou o momento em que o Faraó descobriu a farsa. Quão embaraço foi isso para Abraão! Totalmente envergonhado e muito ruborizado, ele abandonou o Egito. O que se passava na alma de Abraão nesse momento? Ele havia sido designado para ser portador de bênçãos – mas tornou-se um fracassado!
Surgiu nele, então, o anseio por um novo encontro com o seu Deus: voltou a Betel, onde havia construído um altar em tempos passados. Voltou ao lugar santo da presença de seu Deus, pois lá ele havia recebido a promessa Dele: “Eu o abençoarei!”
Quão grande era agora o seu anseio para uma comunhão pura com seu Senhor! A triste “experiência do Egito” mudou suas convicções. Quando, não muito depois disso, houve a briga entre os pastores de Abraão e os pastores de Ló, Abraão generosamente desistiu de seus direitos: com um coração bondoso, ele cede as pastagens suculentas de Sodoma ao sobrinho Ló. Ele preferiu aceitar as áridas regiões externas para suas grandes tropas de gado. Ele optou pelas desvantagens porque a comunhão com seu Senhor significava mais do que qualquer coisa do mundo. “Eu o abençoarei”, ressoava em seu coração. Então Deus lhe abriu os olhos. Mostrou-lhe a maravilhosa terra das futuras promessas. Abraão peregrinou pelos montes e vales, prados e matas, mares e rios e sabia, a cada passo dado: esta é a terra que o Senhor deu para mim e para meus descendentes para todo o sempre.
O Senhor Jesus também deseja conceder novas bênçãos para você. Em Cristo, todas as promessas valem também para você, quando a sua fé peregrina pelas terras das bênçãos. Aproprie-se delas. O Senhor concedeu também a você a Sua força divina e tudo o que for necessário para sua vida e para a piedade (ver 2Pedro 1.3).
Mesmo que o caminho da humilhação seja dolorido, como foi com Abraão, saiba que sempre há a promessa de bênçãos para o humilde! Não importa o que houve no passado. Não importa o que lhe conduziu em direção ao “Egito”. Deus não está com o chicote na mão, esperando para castigá-lo em razão do seu fracasso. O Seu amor atrai todo aquele ao Seu coração que lhe clama por Sua graça e perdão. O caminho de volta aos braços amorosos do Senhor Jesus é sempre uma feliz volta para o lar.
Eu sei que o Diabo quer evitar, a qualquer custo, que o seu anseio interior se volte para a sua Betel. Ele luta com milhares de armas contra a possibilidade de que você tenha um novo encontro com o seu Senhor Jesus. Ele combate qualquer iniciativa de fé com argumentos refinados. No entanto, se o seu coração perguntar: “Senhor, que queres que eu faça?”, então o Céu se abre e você poderá contar com a maravilhosa intervenção de Deus. Então o seu coração cansado será confortado e a sua alma abatida será revigorada.
O Seu amor atrai todo aquele ao Seu coração que lhe clama por Sua graça e perdão.
A viagem de retorno de Abraão para Betel demorou muitos dias. Você, porém, pode chegar à presença de Deus neste momento e ouvi-Lo dizer: “Eu o abençoarei! Eu quero lhe proporcionar o bem! Quero abrir-lhe as janelas do Céu e derramar bênçãos em abundância!”

É uma dádiva maravilhosa da graça de Deus que existe uma “Betel” para cada filho de Deus e que podemos, a cada dia, encontrar paz para nossa alma agitada nos braços de Deus. Ele enxuga todas as nossas lágrimas, cura todas as feridas, sabe de todas as nossas dores e concede consolo, força e esperança para cada tarefa. Receba com alegria, para você pessoalmente, as Suas bênçãos. Assim, a sua fé será ricamente fortalecida e você será uma bênção para os outros. — Manfred Paul - Fonte: www.chamada.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Todo mundo se beneficia com a Lyoness

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Todo mundo se beneficia com a Lyoness

TOMADA DE DECISÕES PARA O ANO NOVO

1º de Janeiro
Por William McDonald

"Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano." Êxodo 12:2

Resoluções de Ano Novo são boas, mas são frágeis, ou seja, se quebram facilmente. Orações de Ano Novo são melhores; elas sobem ao trono de Deus e movimento as rodas de respostas. Ao chegarmos ao inicio de mais um ano, seria sábio adotarmos os pedidos a seguir como nossos:
"Senhor Jesus, hoje eu novamente me dedico a Ti. Quero que tomes minha vida neste ano e a uses para a Tua glória. Toma a minha vida e consagra-a, Senhor a Ti".
Eu peço que me afastes do pecado, de qualquer coisa que traga desonra ao Teu Nome.
Mantém-me ensinável diante do Espírito Santo. Quero crescer contigo. Não permita que eu me acomode em uma rotina.
Que meu lema este ano seja: "Ele deve crescer; eu devo diminuir". A glória deve ser toda Tua. Ajuda-me a não tocá-la.
Ensina-me a fazer de cada decisão algo pelo qual orar. Tenho medo da idéia de apoiar-me em meu próprio entendimento. "Eu sei, ó Senhor; que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos". Jeremias 10:23.
Que eu morra para o mundo e até mesmo para a aprovação ou a censura de entes queridos ou amigos. Dá-me um desejo único e puro de fazer as coisas que agradam ao Teu coração.
Protege-me da difamação e julgamento de outros. Ao contrário, ajuda-me a falar o que é edificante e proveitoso.
Guia-me a almas necessitadas. Que eu me torne um amigo dos pecadores, como Tu és. Dá-me lágrimas de compaixão pelos que se perdem.
"Que eu olhe para a multidão como o meu Salvador o fez, até que meus olhos fiquem embaçados pelas lágrimas. Que veja com pena as ovelhas perdidas  e as ame por amor a Ele".
Senhor Jesus, guarda-me de me tornar frio, amargo, ou cínico apesar de qualquer coisa que possa acontecer comigo em minha vida cristã.
Guia-me em minha mordomia financeira. Ajuda-me a ser um bom mordomo de tudo que me confiaste
Ajuda-me a lembrar-me a cada momento de que meu corpo é um templo do Espírito Santo. Que esta verdade tremenda influencie todo o meu comportamento.
E, Senhor Jesus, eu peço que este seja o ano da Tua volta. Anseio ver a Tua face e cair aos Teus pés em adoração. Durante este ano, que a bendita esperança permaneça viva em meu coração, desligando-me de qualquer coisa que me prenda aqui e mantendo-me alerta esperando. "Vem, Senhor Jesus!"

 Extraído de Luz Para o Caminho - Meditações Diárias